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Cozinhar com

Venez j'vais vous aider. On descend et hot c'est parti - Amélie Poulain

Cozinhar (outra vez) com (abóbora)

Hoje, não me vou alongar muito no texto. Primeiro: já não é costume fazê-lo. Segundo: sinto, cada vez mais, que as pessoas não lêem e somente prestam atenção (isto é, se prestarem, já vamos com sorte) às fotografias, "desprezando" tudo o resto. Terceiro: a Pós Graduação, de momento, quer que eu foque a minha escrita em temas como marketing, análise sensorial e estudos do consumidor. 

No entanto, alonguei a tarde de sábado e fiz esta tarte de abóbora e especiarias. Primeiro: porque, à semelhança da receita anterior, ainda é alimento que abunda por estas bandas. Segundo: porque a seguir ao sábado vem o domingo (não me digas..) dia em que ao almoço há sobremesa. Terceiro: tinha que atualizar o receituário do blogue.

 

 

Ingredientes 

800 g de abóbora 

4 ovos 

115 ml de mel 

canela qb

noz moscada qb

gengibre qb

 

Base:

230 g de farinha de aveia

2 ovos 

90 g de óleo de coco derretido 

50 g de açúcar mascavado

 

Preparação

 

Base:

Envolver todos os ingredientes com uma espátula até obter uma espécie de massa.

Transferir para uma forma de aro amovíve e calcar bem.

Levar ao forno cerca de 15 minutos a 200ºC.

 

Creme de abóbora:

Num liquidificador, triturar todos os ingredientes até obter um creme liso.

Verter o creme para a forma e levar ao forno, a 180ºC, durante cerca de 55 minutos.

Retirar do forno e deixar arrefecer antes de desenformar.

 

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Ler com (Herman Hesse)

Siddhartha

Um livro para refletir à exaustão

 

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Sim… Se calhar exagerei na escolha deste pequeno sub-título, mas creio que seja uma boa forma de vos chamar à atenção..


É do senso comum que todos os livros são abertos às mais diferentes formas de interpretação e, na minha opinião, o presente livro leva esta premissa muito mais além, pelo real poder de encaixe que consegue ter nas nossas vidas, nas mais diversas situações. Cada página é recheada de ensinamentos muito importantes como são exemplo o saber escutar e refletir e, tal como a personagem principal, também nós devemos ser inconformistas e ambiciosos quanto baste, pois são estas características que potencialmente nos fazem chegar mais longe e encontrar o nosso propósito de vida, não nos contentando com ensinamentos e regras já existentes, mas sim fazendo a mudança, vivenciando-a.

 

“Quando alguém procura, acontece facilmente só ver a coisa que procura, ser incapaz de encontrar seja o que for, de absorver seja o que for, porque só pensa naquilo que procura, porque tem um objetivo e porque está obcecado por esse objetivo. Procurar significa ter um objetivo, mas encontrar significa ser livre, ser receptivo, não ter nenhuma meta"

 

Uma história de esperança e de luta por conhecer quem somos e o que fazemos neste mundo.

 

“Mas eu penso que o importante é apenas amar o mundo e não desprezá-lo, que o importante não é adia-nos uns aos outros e, sim, sermos capazes de ver o mundo, a nós próprios e a todos os seres com amor, admiração e respeito”

À Conversa com (Joana Teixeira)

Ainda vou a tempo de vos fazer ler uma Conversa? Ainda vou a tempo? A hora até me parece boa pois, acho que ainda não vos apanho extremamente nostálgicos e regados. Posto isto, trago-vos as respostas da Joana, que através do seu Instagram, nos encanta os dias através da partilha de inúmeras fotografias, entre as quais estão presentes os seus dois felinos, a mãe-natureza e comidinhas que produzem água na boca. Esta rede social pode muito bem ser um espaço de partilha e, na minha opinião, acredito que a devemos estimular, tentando "botar abaixo" a ostentação que muitas vezes tende em instalar-se no nosso feed principal. Hoje, desafiei a Joana a partilhar connosco uma fotografia que transmitisse essa mesma palavra: Partilha. Agradavelmente, e pela sua explicação fugir ao vulgar associar da palavra a bens materiais, recebi o e-mail onde me dizia o seguinte: "Escolhi esta foto que tirei na Serra de Sintra, por ser de um dos locais que mais me acalma e me faz sentir completa. No contexto da partilha, acho que se adapta a uma partilha de comunhão com a Natureza e de conhecimentos ancestrais devido à mística que envolve a serra, de caminhos a percorrer para nós encontramos a nós próprios". 

 

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Instagram: (@harleyquinn)

 

O desafio foi transmitir numa fotografia a palavra: PARTILHA
 

"Escolhi esta foto que tirei na Serra de Sintra, por ser de um dos locais que mais me acalma e me faz sentir completa. No contexto da partilha, acho que se adapta a uma partilha de comunhão com a Natureza e de conhecimentos ancestrais devido à mística que envolve a serra, de caminhos a percorrer para nós encontramos a nós próprios.

 

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1. Inevitavelmente, cliché ou não, tenho que te perguntar o porquê do teu nome no Instagram se referir à inimiga do Batman, Harley Quinn?

Ora, a Harley Quinn é uma personagem que gosto muito e com a qual me identifico, é divertida, ingénua, inteligente, e tem o seu quê de loucura. Não temos todos? Hahaha! Por tudo isso escolhi esse nome para o instagram. 

 

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2. Estámos a sair do mês de Dezembro, mas não interessa.. No mês de Novembro, foi comemorado o World Vegan Month mas, quem te acompanha sabe bem que para ti todos os meses são para se comemorar/praticar o veganismo e igualmente importante, meses para serem feitas escolhas conscientes adaptadas ao nosso corpo e ambiente. Conta-nos um bocadinho desta tua experiência, dá-nos a conhecer a tua visão acerca do assunto!

Sobre o veganismo... Não foi uma decisão de um dia para o outro, foi um caminho de crescimento percorrido com calma para atingir o objetivo. Eu já há muitos anos que comia comida vegetariana e macrobiótica e sempre gostei de comer e cozinhar. Nunca vi documentários que me fizessem mudar de alimentação ou estilo de vida, fui tomando aos poucos consciencialização do que se passava no nosso planeta tanto a nível ambiental, de saúde e com os outros seres vivos, e isso deu-me força para deixar de vez de comer animais e ter mais atenção nos produtos que comprava para a higiene pessoal, casa, vestuário... Claro que se conheces pessoas com essa experiência na vida dá-te mais força e motivação para o fazeres, como que uma estrelinha guia, mas cada um tem o seu período de adaptação, seja ele mais longo ou mais curto. O que posso dizer é que me sinto muito melhor por ter tomado esta decisão na minha vida e sinto-me saudável tanto a nível físico como mental por não fazer parte da crueldade existente a todos os níveis. O único arrependimento é não ter tomado esta decisão há muitos mais anos atrás.

 

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3. Ivy e Muffin! Intitulando-te tu como Portugal Mother of Cats, certamente consegues rapidamente traçar o perfil de cada um.

Ah os meus gatuchos! A Ivy é comilona, meiga, inteligente, macaca, adora brincar. O Muffin é guloso, tem a mania que manda, carente, super mariquinhas e adora esfregar-se na roupa e sapatos de toda a gente, mas não lhe mexam na barriga que ele fica virado do avesso hahaha! 

 

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4. Uma das tendências que a Mintel aponta no seu documento “Global Food & Drinks Trends 2018” é a de New Sensations. Aponta ainda que “In 2018, the sound, feel, and satisfaction that texture provides will become more important to companies and consumers alike”. Com este pensamento em mente o que é que gostarias de ver inventado a este nível? Se é que gostarias.. 

 

Sabes, neste aspecto eu sou um pouco tradicionalista, no sentido em que gosto de comer o que a terra nos dá e evitar ao máximo alimentos processados, portanto não sinto falta que inventem mais nada heheh. 

 

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5. Não poderia terminar esta Conversa sem te pedir assim uns.. 3 produtos vegan (alimentares ou não) a que devíamos dar uma oportunidade e experimentar! 

Ora, queijos veganos da Violife, são os melhores!! As nozes da saponária para lavar a roupa e os produtos veganos de higiene pessoal da Lush!